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É insuficiente não termos dor ou qualquer outro mal estar físico. A prova disso são as milhares de pessoas infelizes e até mesmo depressivas, apesar de fisicamente saudáveis. Quero chegar ao ponto de pensarmos que estar saudável exige cada vez mais a “capacidade humana universal de
enfrentar as dificuldades da vida, superá-las, ou até ser transformado positivamente por elas” - Grotberg.
enfrentar as dificuldades da vida, superá-las, ou até ser transformado positivamente por elas” - Grotberg.
O fato é que a cada dia esbarramos com diferenças, dificuldades, desentendimentos, novos valores e este bombardeio de informações “agressivas” vêm até nós com cada vez mais força através da mídia globalizada. E nos exigem cada vez mais nossa capacidade de adaptação, de interpretação, de tolerância... Um bom exemplo disso é um caso que ouvi de um amigo, que foi acusado de homofobia quando pediu que dois homens que se beijavam fizessem isso mais reservadamente. É interessante perceber que o que é direito adquirido hoje, de dois homens ou mulheres se beijarem em público, até bem pouco tempo atrás seria visto como atentado ao
pudor (ou algo neste sentido)...
pudor (ou algo neste sentido)...
Será impossível vivermos de forma emocionalmente saudável se não adotarmos uma posição diferente perante vida e às diferenças que ela nos traz. E se não estivermos emocionalmente saudáveis, fatalmente o corpo físico reclamará, enfraquecerá e por fim, adoecerá...
Flexibilidade, tolerância, respeito, compreensão e outros valores morais são há muito tempo pregados por correntes religiosas... e todas elas estão certas! Há um ditado popular que diz que “é melhor ser feliz do que ter razão”. Isso não quer dizer que devamos abaixar a abeça e simplesmente aceitar o que os outros nos impõem, as só não discutir por coisas pequenas e sem importância!
E percebemos que muitas vezes (quase sempre...) discutimos para alimentar o próprio orgulho, e não por questões undamentais em nossa vida... E assim nos tornamos infelizes... E doentes!
Enquanto ainda estávamos isolados em nossas culturas regionais, sem a internet e a mídia com suas informações localizadas; enquanto ainda estávamos cercados de iguais, vivendo sem a presença de franceses, chineses e norte americanos caminhando nas calçadas de nossas cidades, era mais fácil” levar os dias... tudo sempre igual...
Enquanto ainda estávamos isolados em nossas culturas regionais, sem a internet e a mídia com suas informações localizadas; enquanto ainda estávamos cercados de iguais, vivendo sem a presença de franceses, chineses e norte americanos caminhando nas calçadas de nossas cidades, era mais fácil” levar os dias... tudo sempre igual...
Mas as diferenças culturais dos outros que vivem ao lado nos encostam na parede e nos fazem escolher: sermos felizes (aceitando, compreendendo, tolerando e assim convivendo) ou termos razão (criticando, julgando, não tolerando e assim ficamos isolados).
Enfim, temos a capacidade natural do ser humano de enfrentar as dificuldades, superá-las e aprender com elas.... o que nos impede de aplicar isso? Será que poderíamos ser mais felizes e assim mais saudáveis convivendo com as diferenças e nos transformando? É uma questão bastante individual, mas cada um de nós só aberá a resposta, se permitir-se tentar.Pois então, tentemos! E com isso corremos o sério risco de sermos felizes e então... saudáveis!
Alexsander Vacaro
Terapeuta Holístico e Consultor em saúde
alevacaro@ig.com.br


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